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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Carlos Drummond de Andrade



No dia 31 de outubro de 1902 nasceu Carlos Drummond de Andrade foi um poeta brasileiro (1902 - 1987), também cronista, contista e tradutor. 


Morreu pouco tempo depois da morte de sua unica filha, Maria Julieta Drummond de Andrade.


"Predomínio da individualidade. O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo, no que desmonta, dispersa, desarruma, do berço ao túmulo -- do indivíduo ou de uma cultura.

Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre."  
 pensador.uol.com.br 

Minhas paixões


As minhas verdadeiras paixões, pelo menos as quais eu pretendo levar para o resto da minha vida, são: chocolates e livros. O grande problema é que chocolates são caros e, nas minhas mãos, acabam rápido demais. Eu até me controlo, mas a curiosidade pelos sabores, pela textura e outros aspectos dos chocolates, me impedem de guardá-los por muito tempo. Uma barra de chocolate raramente dura até o fim do dia. Mas não sou egoísta, compartilho essa paixão com os outros, é verdade que toda vez que experimento pela primeira vez eu me torno individualista até demais.

Minha segunda paixão são os livros. Essa é uma paixão cara, mas dependendo do livro vale a pena e existem os sebos, uma salvação para quem gosta de ler e não tem muito dinheiro ou não gosta de gastar muito. Os livros para mim são como navios, aviões, espaços-nave, televisões, cinemas e todos os meios de acompanhar ou presenciar uma história. Um ponto negativo é que quando estou no ônibus ou no metro eu me perco na leitura, quando pessoas que querem compartilhar de suas musicas, as quais, na maioria das vezes, eu agradeceria que ouvissem suas musicas com fones de ouvido. Acho que muitos agradeceriam.

Nos dois casos eu não consigo controlar o dinheiro no meu bolso. Já gastei dinheiro da condução para comprar historinhas de quadrinhos, em sebos, ou livros em promoções. Claro, tive que voltar a pé para casa, mas fazer o que se sou apaixonado por livros e chocolate.